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@miguel.debarros

Guinea-Bissau

Sociólogo, investigador e pan-africanista/ Guiné-Bissau (África Ocidental). Email: ; Criador da conta @debarros2013
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Vistas parciais sobre o porto de pesca de Alto Bandim, um lugar central para a produção da resiliência económica e alimentar e ainda de ligação entre a capital e a zona insular da Guiné-Bissau, onde se destacam dois perfis: pescadores artesanais e bideiras. Cada vez mais, tem-se apercebido que a subordinação dos pescadores e das bideiras (de peixe), a desvalorização dos seus conhecimentos, estão ligadas a uma política de transformação da natureza em recurso que prosseguindo poderá pôr em risco a sobrevivência destes grupos sociais e a sustentabilidade do ambiente onde agem e vivem.

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E assim demos volta ao Sol. Em cada lugar e instante, as trajetórias deixaram marcas cujo tempo em nós revelou-se profundamente útil pela aprendizagem gerada nas geografias humanas que revestem os territórios de mitos e significados mais profundos. Nesse movimento pela história de vida, não são as narrativas sobre os lugares meras construções que alimentam o imaginário humano. São sobretudo os vínculos produzidos na relação entre o pensamento e a produção de estruturas que empreendemos o uso da potência criativa. Assim, tornou-se possível criar histórias singulares sobre a nossa passagem pela terra, que traz a vivência como conhecimento, ou seja, enquanto desafio para novas formas de apropriarmos da realidade.

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O fabuloso ecossistema do mangal do Rio #Farim, norte da GuinéBissau🇬🇼. Estima-se que 9% do território nacional é coberto de mangal, proporção mais elevada do mundo. Mangais de Farim estão integrados no Parque Natural dos Tarrafes de Cacheu, maior mancha continua da África Ocidental.

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Travessias são processos marcados por mitos, ansiedades, medos… mas também espírito de aventura e narrativas locais que marcam cosmogonias sobre o lugar do pertencimento. Baba (imagem 1) diz que o caminho do mar é como da terra, basta conhecer a direção e respeitar o tempo. Malam (imagem 6) acrescenta o factor peso. Ambos já perderam a conta quantas vezes fizeram esse percurso e outros com tantas estórias na ida e na vinda. Lembram das narrativas locais de um impróprio para os hóspedes tomarem banho porque os feiticeiros transformam em crocodilos para os comerem; falam de lavar o rosto antes de bytes na piroga; acrescentam de lavar a cara e até dar uma bofetada se tratar de um cabrito que vai fazer a travessia; e lembram ainda que todos têm que ter a cara para frente e nunca voltada para o motorista. Mas na verdade, o que o rio não tem é um transporte adequado para a travessia ou então uma ponte, pois são apenas cinco minutos! Farim, fica à espera até quando?

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Andamos com as nossas pertenças. Elas transportam-nos para imaginários multiformes que encontram conexões com espaços, práticas e culturas que acabam por moldar nosso olhar, formas de estar e consumos. Às voltas de Bissau, cruzam esses olhares com os locais de pertencimento produtoras de bens e serviços que garantem o nosso existir e que alimentam as nossas esperanças. São espaços e territórios produzidos por mulheres, homens, crianças, jovens e idosos que inspiram pelo seu labor e a sua dedicação ao trabalho digno criador de economias vitais para fazer o país de pé!

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O pulsar da terra, é como se as vidas estivessem suspensas. Entre pensamentos e sentimentos, a vida vai-se adaptando ao sopro da (des)esperança. Do amanhecer ao anoitecer, a vida não para. Ela é feita de movimentos e memórias do passado e futuro num presente (in)amovível. Sentados, não se espera. Em espera não se alcança. Alcançar significa transformar? Veremos. No fim seremos todos vigilantes do curso da nossa história presente.

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Uma experiência bonita e útil de serviço público, recheada de aprendizagens e memórias felizes. Através da Célula de Monitorização Eleitoral da Sociedade Civil, pude participar numa experiência de acompanhamento e fiscalização pró-activa de várias iniciativas que permitiram cobrir 180 mesas de voto nas eleições legislativas guineenses de 04/06/23, cuja participação é das mais encorajadoras ao abrir e fechar das urnas, e sem dados oficiais ainda, puder situar-se acima dos 70%. O processo de monitorização eleitoral da Célula da Sociedade Civil permitiu acompanhar o funcionamento dos órgãos eleitorais, fiscalização da intervenção do governo, a ação dos partidos e candidatos, a cobertura da imprensa, do ato de voto e apuramento dos resultados. O elemento mais impactante dessa experiência foi a vigilância e contagem participativa dos votos por parte da população que marcou o fim do dia da votação. O controle popular das eleições em termos presenciais e das redes sociais podem ajudar a melhorar os níveis da transparência, mas também demonstram o interesse de um povo a construir o seu sistema e modelo democrático.

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A captura do instante em que beleza da natureza nos cala transmitindo a paz e o amor que vem dela. Para quem capta o instante, a beleza não passa de uma maravilha que a natureza confere ao sentido dos momentos que os lugares produzem em nós. É desta forma que a decisão para captura do instante nos interpela: quando a natureza pinta para nós os traços da alma, se tivermos olhos para os ver e sentir.

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Chegamos ao fim de uma aventura: #MoACBiss🇬🇼 para dar ao início da Bienal das #Artes e #Cultura da #GuinéBissau 2025. Este evento inédito visou estabelecer caminhos que contribuam para uma transformação significativa do pensamento crítico e criativo e para erguer formas que permitam criar métodos de elaboração de políticas públicas e instituições culturais profissionalizadas no nosso país. Acreditamos que o impacto gerado pode contribuir para transformação do potencial existente e na dinamização do setor, enquanto espaço de reflexão, criação e mobilização de ativos culturais dos autores e artistas guineenses, tanto a nível nacional como na diáspora. É igualmente importante construir um ecossistema que promova a apropriação pelos atores públicos, privados, sociedade civil, financiadores e todos os intervenientes do setor da cultura. Imbuídos desse espírito anunciamos hoje as curadorias para o evento de 2025: - @nu_barreto, Artes Plásticas e Visuais - Zaida Pereira, Literatura - @spencer_embalo, Conferências e Patrimónios Culturais - @karyna_gomes_oficial, Música - @welket_bungue, Artes Cénicas e Performativas.

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Entramos na derradeira semana da #MoACBiss🇬🇼- Mostra de #Arte e #Cultura da #GuinéBissau. A nossa ambição é querer fazer deste ponto de partida aquilo que no #Kriol se designa de DJUMBAI, enquanto recurso metodológico participativo e de proximidade, que favoreça o diálogo franco, respeitoso e sensível às necessidades, angústias, sonhos e ideias do nosso ecossistema criativo para resgatar as historicidades, impressões e perceções na moda, teatro, cinema, música, literatura, artes plásticas, artesanato, gastronomia, dança, museus e propriedade intelectual... em interação com as mulheres, jovens, anciãos, contadores de estórias, investigadores, promotores culturais, empresários, gestores, decisores políticos, entre outros, de uma visão, uma coerência e correspondência da estratégia necessária à afirmação da Guiné-Bissau e dos seus artistas e produtores culturais no panorama mundial da arte contemporânea.

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Arte popular baseada nos usos e costumes dos povos mobiliza uma diversidade de produções artísticas cujo saber são de grande importância para afirmação das identidades culturais. Um dos desafios da #MoACBiss será proceder a cartografia dos lugares da cultura nos bairros populares e fazer desses territórios, espaços de livre acesso as ofertas culturais e artísticas dos produtores locais dentro de uma perspectiva da economia criativa e comunitário. #MoACBiss🇬🇼 - Mostra de Arte e Cultura da Guiné-Bissau

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“Pensar a cultura implica um exercício de construção coletivo sobre as formas de ser, estar, sentir, viver e imaginar povos e comunidades.” M.B in Catálogo MoACBiss, Maio 2023. MoACBiss - Mostra de Arte e Cultura da #GuinéBissau

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