Maeforadacaixa's Instagram Audience Analytics and Demographics

@maeforadacaixa

Brazil

ᴇsᴄʀɪᴛᴏʀᴀ & sᴘᴇᴀᴋᴇʀ ☼ Rede de apoio ♀ Best-seller: Mãe Fora da Caixa ♡ Virou peça: @maeforadacaixaapeca ☆ Colunista: @revistacrescer ✎ Livros↓
con▓▓▓▓▓@maeforadacaixa.com.br
Brazil
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PROFILE OVERVIEW OF MAEFORADACAIXA

77.4% of maeforadacaixa's followers are female and 22.6% are male. Average engagement rate on the posts is around 1.40%. The average number of likes per post is 12669 and the average number of comments is 803.

56.25% of the followers that engaged with maeforadacaixa regularly are from Brazil, followed by France at 12.5% and Bermuda at 6.25%. In summary, the top 5 countries of maeforadacaixa's posts engager are coming from Brazil, France, Bermuda, Italy, United States.

Maeforadacaixa loves posting about Celebrities, Animals & Pets, Film, Music & Books.

Check maeforadacaixa's audience demography. This analytics report shows maeforadacaixa's audience demographic percentage for key statistic like number of followers, average engagement rate, topic of interests, top-5 countries, core gender and so forth.

Followers
961,799
Avg Likes
12,669
Avg Comments
803
Posts
3,096
Global Rank
34,520
Country Rank
3,803
Category Rank
-

GENDER OF ENGAGERS FOR MAEFORADACAIXA

Female
77.4 %
Male
22.6 %

AUDIENCE INTERESTS OF MAEFORADACAIXA

  • Entertainment 46.69 %
  • Art & Design 41.46 %
  • Children & Family 34.65 %
  • Clothes, Shoes, Handbags & Accessories 33.16 %
  • Travel & Tourism 31.17 %
  • Home & Garden 30.81 %
  • Beauty & Fashion 30.22 %
  • Sports 29.88 %
  • Music 29.84 %
  • Business & Careers 29.47 %
  • Fitness & Yoga 28.97 %
  • Restaurants, Food & Grocery 28.87 %

AUDIENCE COUNTRIES OF MAEFORADACAIXA

  • Brazil 56.25 %
  • France 12.5 %
  • Bermuda 6.25 %
  • Italy 6.25 %
  • United States 6.25 %

RECENT POSTS

17,405 1,277

Eu, aqui do futuro, te garanto que não vale. Definitivamente não vale. Não vale o esforço insano da busca, fadada ao fracasso, de ticar todos os itens da lista para ser a mãe master blaster fo...da, fada sensata e politicamente correta. Não vale! Definitivamente não vale se espremer em caixas que não conversam com o seu coração e nem com a sua realidade. Não vale insistir em parto domiciliar, porque a mãe que você admira e ama acompanhar no Instagram fez, se você acha que não é para você. Não vale a pena insistir na amamentação se a sua mente te sinalizou várias vezes que seu limite chegou. Não vale por para dormir no berço se tem algo aí dentro que diz que o melhor mesmo para vocês vai ser colocar seu bebê na sua cama. Também não adianta colocar para dormir na sua cama, se algo aí dentro diz que o que vai funcionar para vocês é o contrário. Não vale - e chega a ser infantil - querer seguir um manual para lidar com a infinidade subjetiva maravilhosa que existe na relação entre você e um pequeno ser que é HUMANO. Não vale NADA, absolutamente nada, que não tenha espaço para a sua naturalidade, identidade, autenticidade e essência Não vale nada que te esprema, que te aperte, que não te caiba. Nossa geração é tão controversa. Temos um mar de informação e praticidades. Mas ao invés de somarmos tudo isso a nossa humanidade e particularidades para facilitar a nossa vida, nos fazemos o péssimo favor de nos sobrecarregarmos ainda mais. Achamos que estamos sempre em dívida. Acabamos parecendo robôzinhos programados buscando um único mísero caminho como o certo. A verdade é que o que vale mesmo - o que vai fazer diferença - não está em manual algum. E sabe por quê? Na verdade está dentro de você. Vale mesmo é você se conhecer, confiar no seu taco, se fortalecer nas suas escolhas e nas suas possibilidades. Que são só suas, eu sei, mas que tenho certeza que são muitas e o suficiente. O que vale é você buscar o seu possível e jamais ficar gastando sola de sapato correndo atrás da perfeição. Texto: @maeforadacaixa Autos dos livros Mãe Fora da Caixa e Mãe recém-nascida

12,979 455

Eu sei que não posso e que não devo. Mas às vezes a vontade que eu tenho é de colocar meu filho em uma bolha de amor, afeto, e tudo que há de bom no Universo. Queria que o verso que recito pra ele antes de dormir, fizesse todo e qualquer problema sumir. Eu queria poder assumir seu lugar, quando o mundo parecesse desabar. Queria poder poupa-lo da dor. Queria que ele só conhecesse o amor. Queria ter o poder de evitar qualquer ferida, carregá-lo embaixo da minha asa, garantir sempre proteção e alegria. Mentiria se eu dissesse que hoje a morte não me apavora. Só de imaginar, meu coração chora. Queria mesmo é garantir 100 anos com saúde, só pra ele saber que sempre terá uma mão estendida que o ajude. Meio maluca, superprotetora, sem noção? Então, mas a verdade é que muitas vezes é bem isso que passa na minha mente e no meu coração. Não sei dentro de você, mas dentro de mim mora um maternar emaranhado de sentimentos. De desejos malucos. É bom, mas é confuso. Da paz, mas também da inquietude. Maternar é amor avalanche, interno furacão. Maternar é sentir fora do corpo, bater um coração. Texto da leitora: @dorislaroq Coautora: @maeforadacaixa

14,805 816

Você está brincando com o seu filho no chão da sala como sempre fizeram. Mas por algum motivo ele não para de chorar senão estiver sentado no seu colo. Ele sempre brincou no chão de EVA enquanto você fazia as coisas da casa. Mas sem mais nem menos ele passou a ficar o dia todo atrás do seu colo. É assim, da noite para o dia você começa a perceber que não consegue fazer mais nada sem sentir mãozinhas puxando as suas pernas em um pedido desesperado pelo seu colo. Você pensa: o que está acontecendo? Começa a se sentir angustiada, esgotada. Com sensação de sufocamento. Bate um desespero. “Será que essa criança não pode me dar um tempo?” Então, junto com as lágrimas do seu filho pedindo o tempo todo pelo seu colo, vem as suas. Não é assim? Lembro tanto disso. Lembro da minha ansiedade de conseguir deixá-los entretidos com um brinquedo ou com alguém para poder fazer algo para mim. Sim, porque é exatamente quando nos sentimos fortes e tranquilas para começar a olhar para nós mesmas, que eles começam a agir assim. Lembro do “muque” doendo, e de sempre fazer algo com eles no colo. Quando o meu pequeno estava assim, querendo o meu colo 24 horas por dia, fizemos uma viagem. Lembro da situação tragicômica: até quando passei mal - depois de ir em um brinquedo com o meu filho mais velho - e chamaram uma cadeira de rodas para me levar no ambulatório, meu pequeno esgoelou e foi sentado no meu colo. Mesmo com mais 3 colos disponíveis. Eu não fazia idéia que esse comportamento fazia parte de uma fase. Uma fase que a criança sente ansiedade por se separar da mãe, e a mãe consequentemente sente ansiedade por não conseguir se desvencilhar da criança. Só que quando a gente não sabe, vira um círculo vicioso. Uma bola de neve de cansaço e impaciência. Claro que saber sobre essa fase não vai fazer ela não existir, mas certamente fará a gente lidar com mais paciência e empatia pela nossa criança. Texto: @maeforadacaixa A @campamae lançou um livro pela @editoramatrescencia sobre essa fase: ansiedade de separação. É um livro infantil que ajuda mães e filhos a passarem por essa momento com mais leveza e informação. Livro: “Mamãe, você pode ir”

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Não, eu não perdi o meu corpo de antes da gravidez, ele sempre esteve aqui. Trabalhou duro para cuidar de cada detalhe do meu bebê. Esticou, se moveu, se adaptou, suportou peso, se mobilizou para ser morada, para abrigar uma vida em formação.⁣ Agora ele trabalha de forma brilhante para colocar tudo no “lugar”, e isso leva tempo. Assim como levou 40 semanas para formar um ser humano, ele precisará de tempo - leia de novo - ELE PRECISARÁ DE TEMPO para se restabelecer.⁣ Para encontrar a sua nova forma, que certamente terá diferenças da que costumava ter antes de passar por essa revolução que chamamos de gestação. O corpo pós-parto, na imensa maioria das vezes, nem sempre agrada a mulher. Confesso que eu mesma tive dificuldade de gostar da imagem refletida no espelho. Mas é importante lembrar que não agrada, na maioria das vezes, não por nós, mas sim pelo modo que nos ensinaram a nos relacionar com os nossos corpos. Buscando perfeição, “magreza”, fazendo a estupidez de comparar os nossos corpos - que são únicos - com os de outras mulheres. Por isso as cintas, por isso mulheres recém paridas mais preocupadas em perder peso do que em viver esse momento tão singular. Precisamos sair dessa caixa, nos libertar. Fazer as pazes com o nosso corpo. Importante lembrar que a urgência do “corpo de antes” não deve ser uma preocupação pós-parto. Olhe com carinho para o seu corpo refletido no espelho. Se toque, se abrace. Olhe para o seu bebê e entenda o trabalho impecável que ele fez durante 10 meses. Vá com calma, tenha paciência, seja gentil com o seu corpo que foi tão gentil com você. Tudo vai encontrando o seu lugar, acredite. Seu corpo não foi a lugar algum. Ele está aí. Acontece que ele se modificou, se transformou. Claro. Afinal, não dava para esperar outra coisa depois de tudo o que ele fez, não é mesmo? Texto da leitora:⁣ @eukeilamota Coautora: @maeforadacaixa

13,109 728

“Nossa, mas já está trabalhando? Com quem seu filho ficou?” Já reparou que ninguém faz essa pergunta para o pai? Ninguém pergunta para o homem em uma entrevista de emprego como ele faz para conciliar vida profissional e paternidade. Mas para as mulheres, na maioria das vezes, é a primeira pergunta. Voltando na frase passiva/agressiva, importante dizer que quando ela é dita, certamente não existe preocupação alguma com o bebê. Sabemos que o recado nas entrelinhas é outro. O que choca é perceber que esse comentário vem, na grande maioria das vezes, de outra mulher que - pasmem - também é mãe. Alguém que sabe muito bem o que significa colocar o dedo naquele ferida, naquela fase. Fase em que o “culpado”, digo, o sujeito em questão - no caso a recém mãe - está passando por um período um tanto - muito - conturbado. E que exatamente por isso provavelmente vai doer Vai doer porque tem o blues e às vezes até a depressão pós parto. Vai doer porque tem as noites em claro e os hormônios em um looping de sentimentos. Vai doer porque tem insegurança, preocupação, vulnerabilidade. Vai doer porque trabalho mexe com sonho, muitas vezes necessidade, amor pelo que se faz. Identidade. Vai doer porque toda a mãe quer fazer o melhor pelo filho. Vai doer porque pode gerar culpa. E por falar em culpa vale lembrar que contrariando tudo o que está por trás dessa frase é completamente possível amar o trabalho e a maternidade. Ser uma ótima mãe e uma profissional incrível. É completamente possível os dois caminharem juntos. Não há mal nenhum nisso, muito pelo contrário, é maravilhoso. Não precisamos escolher uma coisa ou a outra. De maneira alguma. Somos livres, podemos tudo! E é exatamente esse o medo escondido por trás dessa frase. Texto: @maeforadacaixa Autora dos livros: Mãe Fora da Caixa e Mãe recém-nascida Foto: @micarocha que foi quem fez a fala que inspirou esse texto.

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Seja grata, eles dizem. Você idealizou seu parto normal com piscina, família, o caçula segurando o bebê, borboletas e unicórnios no quarto. Mas acabou, por alguma rasteira do destino, indo pra uma cesárea. Não reclame, seja grata, eles dizem. Afinal, o que importa é que seu bebê está saudável. Você lamenta as noites não dormidas, a falta de tempo pra cuidar de si, a exaustão ao terminar o dia. Mas seja grata, eles dizem, você tem seu bebê nos braços. Você sente saudade da liberdade de antes. Da despreocupação. Do poder de tomar uma decisão qualquer pensando exclusivamente em você. Ah, isso é bobagem, seja grata. Mas sabe o que eu te digo? Bote pra fora tudo que te aflige. Fale sobre seus sentimentos. Sobre seu cansaço. Sobre suas dificuldades. Sobre suas frustrações. Sobre seus fantasmas. Tire tudo da caixa.Não guarde pra si. Nada disso te impede de se sentir grata. Sim, veja só que incrível, é possível se sentir grata sem deslegitimar seus sentimentos. Você pode, e deve, se sentir grata pelo simples fato de estar viva ainda assim tem todo direito de se sentir exausta e falar sobre isso. Isso é somente um sinal da sua humanidade. Desabafar não é sinônimo de ingratidão. Muito menos falta de amor pelos seus filhos. É simplesmente acolher e reconhecer o que você está sentindo. Quer coisa mais humana que isso? Nos vendem a gratidão como uma obrigação materna, como se não tivéssemos o direito de se queixar de nada. Afinal, quem quis ter filho mesmo? Não é assim que dizem? Não tenha medo de dar voz a tudo que você carrega aí dentro. Texto da minha amiga querida: @autismocomleveza Postado por:@maeforadacaixa

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Não sei a de vocês, mas a minha cabeça as vezes - leia-se quase sempre - fica tão cheia, que a sensação que eu tenho é que ela vai explodir. É o texto que eu li sobre disciplina positiva, misturado com a culpa por ter perdido a paciência, somado a preocupação com o tempo que meus filhos estão sem socializar com os amigos. É a minha cobrança em cima de mim mesma para melhorar o humor, o ânimo, e mais um tanto de coisa, somado a achar que eu deveria jogar mais jogos de tabuleiro com eles, misturado com o tempo de tela estar ultrapassando o que eu gostaria, em função da pandemia. É uma cabeça que trabalha sem parar: preciso fazer isso, fazer aquilo. Melhorar aqui, pegar mais leve ali, apertar acolá. E quando tudo isso extrapola, gera culpa, estresse, ansiedade, angústia. Desassossego. É como se tudo tivesse que ser resolvido agora! Imediatamente! Vocês já sentiram assim? Coração chega a acelerar, parece querer acompanhar a cabeça que não para de trabalhar. Ontem minha cabeça estava assim. Anoiteceu e ela não desacelerava. Me revoltei. Parei tudo. Fechei os olhos. Respirei lentamente algumas vezes. Ela foi silenciando. Abri os olhos. Foi então que finalmente minha mente entrou no momento que eu estava vivendo. Hora do jantar. Me concentrei em cada detalhe das risadas, olhares e conversas. A paz foi chegando de mansinho preenchendo tudo o que antes só tinha barulho dentro da minha cabeça. Ufa. A gente se cobra. Se sobrecarrega de informações e demandas procurando dar o nosso melhor para os nosso filhos. Mas o que seria o “melhor”? Talvez, e só talvez o nosso “melhor” seja muito mais simples do que imaginamos. Talvez o nosso melhor para eles seja o que conseguimos oferecer no momento presente com a mente presente. Cansadas ou dispostas. Tristes ou felizes. Com problemas ou na ausência deles. De TPM ou não. Talvez, o melhor que temos para oferecer seja viver agora, o que é do hoje, e fazer um esforço danado para aprender a guardar tudo o que é do amanhã em um cantinho, e só abrir quando ele chegar. Texto: @maeforadacaixa Autora dos livros: Mãe Fora da Caixa e Mãe recém-nascida

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Às vezes meus filhos dormem e eu me pego pensando em todos os outros lares mundo afora onde há mães colocando seus filhos na cama. Ou no colo. Milhares delas. Naquele exato momento pensando a mesma coisa.⠀ ⠀ - Que dia exaustivo, estou um caco. ⠀ Que horas são? O que dá tempo de fazer? ⠀ A casa está uma bagunça. Eu deveria arrumar antes de mais nada. Tô tão cansada. Certo mesmo era ir dormir também. ⠀ ⠀ E as tarefas? Posso ficar acordada e dar conta de uma coisa ou outra até a bebê despertar. Será que essa noite ela dorme melhor? ⠀ ⠀ Eles brincaram tanto hoje. Só queriam a mim. ⠀ Foi tanto colo. Que dor na lombar, preciso ver isso. Essa semana quero me alimentar melhor. Que fome. Vou para a cozinha. Antes, enfim um xixi sossegada. ⠀ ⠀ Quem sabe trabalhar um pouquinho. Ah, vou ver um creme bom para essas olheiras. Falando em ver, qual era mesmo o nome daquele filme que eu queria assistir há tempos? Esqueci. Mas também, hoje não daria, tem tanto pra fazer. ⠀ ⠀ Semana que vem é nosso aniversário. Se as crianças dormirem cedo quero fazer algo especial. Faz tempo. A gente anda tão sem paciência. Sinto saudade. Sinto falta até de mim. ⠀ ⠀ Quando coloco eles pra dormir, é nessas mães que eu penso. Em como elas, ali mesmo ainda no escuro, enfrentam - diante do enfim silêncio - suas mentes furiosas tentando acompanhar o que acham que ficou pra trás. ⠀ ⠀ Elas olham para o rostinho dos filhos pra checar se estão mesmo dormindo antes de sair de fininho. ⠀ ⠀ E é quando mágica acontece. Elas sorriem. ⠀ ⠀ Por uma fração de segundo, elas têm absoluta certeza de que poderiam passar a eternidade vendo aquela criança dormir. ⠀ ⠀ Elas suspiram num misto de cansaço, amor e gratidão. Milhares delas. No mesmo instante. ⠀ ⠀ E se cada um desses suspiros encontrasse outro e formasse uma corrente que a gente pudesse enxergar. Imagina só a cor dessa luz? Teria tom de mãe. ⠀ ⠀ Um incansável, enlouquecedor e incondicional tom de mãe. ⠀ Texto: @campamae a Gabi tem textos lindos❤️ Marque aqui uma amiga para ela ler o texto nessa noite.

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Para você que tentou de todas as formas. Insistiu, lutou. Ajustou aqui e ali. Mas a conta não fechava. Um muro se ergueu, vocês se distanciaram e não teve conversa que resolvesse. Falo com você que se separou. Com você que perde as noites pensando nos filhos. Que se preocupa se a separação vai fazer o pai se afastar deles. Sim, você que agora tem que acostumar com alguns finais de semana sem os filhos. Você que sente o coração apertado e as lágrimas escorrerem por ter que dividir o Natal, a Páscoa, o dia das crianças e os aniversários. Você que tem que lidar com uma sociedade que insiste em não encarar essa decisão como algo natural e saudável quando não existe mais jeito de caminhar juntos. Para você que tem que lidar com o medo de como vão ser as coisas, com a solidão. Para você que escuta muita gente dizer que você deveria ter insistido, ou perdoado, ou entendido, ou se importado mais com ele quando não dava. Afinal, só você sabe o seu limite. A relação amorosa já tinha acabado faz tempo. Para você que tão cedo tem que lidar com a questão de que muitas vezes os filhos não estarão por perto. Para você que está passando por todos esses sentimentos acredite: ter chegado até aqui te faz uma mulher gigante. Quantas e quantas mulheres passam uma vida dentro de casamentos infelizes para seguir padrões ou com medo de encarar um divórcio. Tente usar ou finais de semana que eles vão estar com o pai com algo para você. Eu sei, não deve ser fácil mas tente. Se o pai vai se afastar ou não? Isso não depende de você, as únicas atitudes que você pode controlar são as suas. Foque nisso. Na sua relação com os seus filhos, sem desconstruir a história deles com o pai. Isso vai passar segurança pra eles. Sim, eu sei que que é difícil passar segurança quando não estamos bem. Mas acredite, o tempo vai aos poucos mostrando os caminhos, os atalhos, as pontes para você conseguir ver novamente o céu todinho azul. E seus filhos? Sempre, sempre estarão juntos com você. Dentro do seu coração. Presentes ou não. Texto: @maeforadacaixa Autora dos livros: Mãe Fora da Caixa e Mãe recém-nascida Foto: pinterest

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Mães se despedem de parte do que eram antes dos filhos, colocam de lado planos e sonhos, mesmo que momentaneamente, para que seus bebês possam viver os deles. ⠀ ⠀ Nem todo mundo tem uma rede de apoio que pode contar sempre, seja porque a vida é corrida, pela distância, por outros problemas. ⠀ ⠀ Entenda, é crucial buscar ajuda, porém há certas salvações que cabem a você. Só a você.⠀ ⠀ Fala-se muito sobre rede de apoio, pouco escuto falar sobre autorresponsabilidade. ⠀ ⠀ Autorresponsabilidade porque não gosto da maneira como má interpretam o autocuidado. ⠀ Virou sinônimo de se internar na academia para “recuperar” o corpo, ou fazer qualquer besteira que esteja afim (incluindo coisas como brigadeiro de colher às 22h). Nenhum desses extremos representa real cuidado.⠀ ⠀ Autocuidado com responsabilidade é tomar conta de você com a mesma diligência que cuida da sua família. Afinal, você é responsável pelo seu bem estar. ⠀ Você, minha amiga. Não é o parceiro, a mãe, a vizinha, nem mesmo a turma da rede de apoio. Você precisa marcar a própria consulta com o médico/terapeuta/acupunturista. ⠀ ⠀ Você precisa se lembrar de tomar água, pensar qual foi a última vez que cagou, analisar o próprio cocô.⠀ ⠀ Você tem obrigação de cuidar de si, de puxar a própria orelha e dar uns tapas na bochecha no lugar do blush. Não dá para ficar esperando a boa vontade dos outros para coisas tão importantes como o seu estado de espírito. ⠀ ⠀ Você é sua responsabilidade. O que vem de fora é bônus. Tempo a gente arruma, vai buscar nem que seja a pé, descalça, na areia fervendo do deserto do Saara.⠀ ⠀ Não se deixe para o ano novo. Se você não se arrastar para a primeira fileira da vida, o show acontece, você acha que a música está legal, mas na verdade só está escutando a cantoria da boca dos outros.⠀ Autora: @rafaelacarvalhoescritora para o @portalinteiras o curso que eu falei nos stories que me dei de presente. Recomendo muito.

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Hoje me deu muita vontade de dizer que você importa muito. Seus desejos, queixas, frustrações, seus sentimentos importam muito, muito mesmo. A menina que você foi, suas vivências, cada um dos seus tombos e tropeços. Sua adolescência e tudo o que se passou naquela época, até mesmo as escolhas que você fez (mesmo as mais inconsequentes) importam. Sua trajetória inteirinha até aqui, cada esquina do caminho, não só importa como é a sua maior força. Suas características que te tornam única e cada cantinho da sua personalidade importam, assim como cada curva do seu corpo, suas cicatrizes e tudo o que você pensa sobre os mais variados assuntos. As suas qualidades e as suas fraquezas valem ouro, assim como tudo o que você tem vontade de aprender e conhecer mundo a fora. Importa a sua saúde, o seu bem estar, os seus interesses. E não ouse achar que é egoísmo. Importa muito os seus sonhos, o que faz o seu coração vibrar, e a sua opinião. As coisas que você ama fazer então, nem se fale. Importa, e como importa ir em direção a vontade de começar a escrever com 34, voar de asa-delta com 40, fazer faculdade com 50, fazer sapateado com 60, entrar em uma aula de pintura com 70, fazer cachecóis para vender com 80/90. Querida leitora, queria que soubesse que para além da mãe que você é, existe uma mulher incrível que importa, precisa ser regada, ouvida e cuidada. Queria que soubesse que filhos crescem muito mais rápido do que você pode imaginar. Queria que soubesse que a zona de conforto/acomodação é lugar perigoso. Tem areia movediça. Te paralisa. Queria que soubesse que eu sei muito bem que estar conectada com a mulher que somos, quando temos filhos, dá trabalho pra caramba. Mas também queria te contar que é o único caminho para a nossa sanidade. Queria que soubesse que no dia que seus filhos forem embora, e olharem pra trás para se despedir, sentirão orgulho da mulher que você se tornou. E você em silêncio vai se agradecer por jamais ter se esquecido. Texto: @maeforadacaixa Autora dos livros: Mãe Fora da Caixa e Mãe recém-nascida Foto: @sheronmenezzes

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Antes de ser mãe, nunca tive esse desejo de forma tão profunda. No máximo existia um saudosismo dos momentos bons que passaram. Mas quando a maternidade chegou, esse desejo veio imediatamente. Junto com o nascimento do meu filho. Quem não queria ter o poder de voltar naquele momento para sentir a emoção do primeiro encontro novamente? E aquela hora de paz com o bebê dormindo no colo, que cheiramos o pescocinho. Ah, o cheirinho de bebê, como não querer voltar no tempo? Como não querer guardar o cheiro em um potinho? Nada como a maternidade para nos fazer enxergar o que vivemos escutando por aí: o tempo voa. A cada dia uma novidade, um aprendizado, uma conquista, uma nova palavra. Em uma manhã, você escuta um “bom dia” quase incompreensível, com letrinhas trocadas. Algumas manhãs adiante você escuta um sonoro “bom dia mamãe”. E você se pergunta: como assim? Uma mistura de encantamento pela evolução, com melancolia por saber que você nunca mais ouvirá o “bom dia” mais fofo do mundo. Então o desejo vem, você torce para ter gravado algum “bom dia” com as letrinhas trocadas. É muito maluca a sensação. Ao mesmo tempo que ansiamos pela evolução dos filhos, quando enxergamos o resultado, desejamos voltar no tempo. Voltar para ver ele vestido com o macacão que você amava, para observar aqueles olhinhos te olhando com admiração e para morrer de amor vendo as mãozinhas pedindo pelo seu colo. Queremos voltar para a doce sensação do beijo molhado antes do boa noite, e para receber um abraço delicioso com aqueles bracinhos curtos. Mas o tempo não perdoa. Ele segue o seu caminho, e a nós resta trabalhar a saudade de tudo que muda, num piscar de olhos. Texto da leitora: @arte.de.maternar Coautora: @maeforadacaixa

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