3dgym's Instagram Audience Analytics and Demographics

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PROFILE OVERVIEW OF 3DGYM

Average engagement rate on the posts is around 0.50%. The average number of likes per post is 64 and the average number of comments is 3.

55.13% of the followers that engaged with 3dgym regularly are from Brazil, followed by United States at 8.97% and Ghana at 5.13%. In summary, the top 5 countries of 3dgym's posts engager are coming from Brazil, United States, Ghana, France, Portugal.

3dgym loves posting about Health & Fitness.

Check 3dgym's audience demography. This analytics report shows 3dgym's audience demographic percentage for key statistic like number of followers, average engagement rate, topic of interests, top-5 countries, core gender and so forth.

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GENDER OF ENGAGERS FOR 3DGYM

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AUDIENCE COUNTRIES OF 3DGYM

  • Brazil 55.13 %
  • United States 8.97 %
  • Ghana 5.13 %
  • France 3.85 %
  • Portugal 3.85 %

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Abordarei este tema em 2 principais frentes, prevenção e recondicionamento de lesões e melhora do desempenho. Está estabelecido na literatura que as lesões são multifatoriais, e que isolar apenas a variável fazer ou não alongamento previne lesão, é uma abordagem simplista e equivocada, p/ isso a maioria dos estudos não conseguem relacionar a redução de lesões c/o alongamento. ​Em 3 fases da corrida precisamos de uma mobilidade “adequada”, a dorsiflexão do tornozelo no contato inicial, a extensão do quadril no apoio terminal e flexão do quadril e extensão do joelho no balanço terminal. Estes movimentos podem ser limitados p/ alongamento reduzido da panturrilha, do psoas e dos posteriores de coxa. Não deixem de conferir o excelente post publicado pelo @guleporace sobre este tema. ​ A redução do alongamento dos posteriores isoladamente pode não gerar lesão, mas imagine um corredor com “excesso de peso”, fazendo HIIT s/uma adequada progressão de volume/intensidade, c/ uma cadencia baixa e amplitude de passada elevada e c/ “incompetência” da força de desaceleração excêntrica dos posteriores, quando combinados, estes fatores podem gerar a lesão p/ estiramento dos posteriores. ​Idem c/ a redução de dorsi-flexão que está associada c/ a “condromalacia” patelar, síndrome da banda ilio-tibial e fratura p/ estresse, e extensão do quadril, relacionada c/as lombalgias, e lesões nos posteriores e panturrilha por hiperatividade compensatória destes sinergistas em relação ao glúteo “hipo-ativo”. ​Está claro que a FALTA de flexibilidade, combinada c/ outros fatores aumenta o risco de lesões, e o treinamento da flexibilidade servirá não só p/ prevenir, como “tratar”, recondicionar e reduzir a reincidência de lesão em corredores. ​Na 3DGYM utilizamos a Biocinética para avaliar a interação da mobilidade reduzida c/ os demais fatores de risco e ai sim individualizar o treinamento desta modalidade. No próximo post compartilharemos os alongamentos funcionais que utilizamos na 3DGYM.

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Compreenda o porque e confira os passos iniciais para previnir e recondicionar as lesões do complexo tornozelo e pé. Referências: Leonardo Metsavaht e Gustavo Leporace (2020). Current trends in the biokinetic analysis of the foot and ankle. J Foot Ankle. 2020;14(2):191-6. Cavalin, GA; Zeitoune, GG; Leporace, G; Nadal, J. Coordenação intersegmentar do quadril e do tornozelo em corredores recreacionais. In: 26o Congresso Brasileiro de Engenharia Biomédica, 2018, Búzios. Anais. Rio de Janeiro: SBEB; 2018. Kluitenberg , B. e col. (2015). What are the Differences in Injury Proportions Between Different Populations of Runners? A Systematic Review and Meta-Analysis. Sports Med. ug;45(8):1143-61.

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As lesões no pé, tornozelo e perna, como a fascite plantar, “canelite”, fratura estresse e tendinopatia de aquiles estão entre a mais frequentes em corredores, correspondendo a 40% de todas as lesões. Além destas lesões localizadas ainda podemos ter outras no joelho, quadril e coluna, desencadeadas por alterações biomecânicas com origem no tornozelo/pé. Esta alta taxa de lesões desperta o interesse dos pesquisadores em identificar os fatores biomecânicos causais delas, e as estratégias de prevenção e recondicionamento. Um dos grupos na vanguarda nesta área é o do Dr. Gustavo Leporace do IBTS, em 2020 publicaram uma revisão sobre as “Tendências correntes da análise Biocinética do tornozelo e pé”. Entre as suas principais conclusões destaca-se que o movimento acontece como um sistema onde muitas variáveis influenciam individualmente ou coletivamente a sobrecarga, mobilidade e estabilidade de qualquer articulação/segmento. O funcionamento do pé/ tornozelo depende não só da atividade de tecidos passivos e musculares, mas do controle neuromuscular das articulações locais e distais. Qualquer alteração num destes sistemas pode levar à incapacidade funcional e subsequente lesão. Neste conceito, este grupo encontrou uma forte associação entre adução do quadril e eversão do tornozelo em corredores, onde 50% apresentaram uma relação descendente (o quadril influenciando o tornozelo), 25% mostraram uma relação ascendente (o tornozelo influenciando o quadril), e 25% apresentaram uma relação sincrônica. Outros autores demonstraram a influência da amplitude da dorsiflexão na medialização femoral, uma “disfunção” de movimento referida como “valgo dinâmico”, também associada a inúmeras lesões. Na 3DGYM estamos alinhados nestes conceitos contemporâneos de identificar pela Biocinética quais são os fatores causais das lesões e os “elos” fracos de cada corredor, para então intervir pontualmente nos mesmos.

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A @3dgym parabeniza todos os Profissionais de Educação Física pelo dia de hj. . 1 de setembro dia do Profissional de Educação Física. . Em especial agradecemos e parabenizamos a Equipe @3dgym pelo seu comprometimento, integridade, dedicação incondicional e resiliência. . Parabéns! @itamar.guimaraes.71 @andreleta10 @munizraphael11 @_beatriz_goncalvez @mj_vianna @heitor.mleal @edf_rafael @marcio_ca05 @personal_laisdalla Lorran Cerruti #3dgym #educaçãofísica #profissinaldeeducaçãofísica #recondicionamentofuncional #desempenhofuncional

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#Repost @brasilsaude_ibts with @make_repost ・・・ Clube Científico IBTS - TRATAMENTO E ANÁLISE BIOMECÂNICA DO QUADRIL DISPLÁSICO DO ADULTO Dia 11/08 às 19:30 hs no Youtube da @biocineticabc Aula e Discussão de Caso de Displasia de Quadril Link para acesso: https://youtu.be/9kaO5IYCACk Nesta reunião científica teremos a honra da participação do DR JAVIER PEREZ, um dos ortopedistas e pesquisadores com maior experiência mundial sobre a displasia do quadril adulto e autor das técnicas mais inovadoras de seu tratamento. PALESTRA TRATAMENTO DA DISPLASIA DO QUADRIL NO ADULTO JAVIER PEREZ TORRES @javierperezcirugia Ortopedista (Bogotá -CO) DISCUSSÃO DE CASO CLÍNICO Debatedores JAVIER PEREZ TORRES @javierperezcirugia Ortopedista (Bogotá CO) RENATO LOCKS @renatolocks Ortopedista (SC) - Fellow Internacional IBTS 2016 LEANDRO EJNISMAN @dr.leandro.ejnisman Ortopedista (SP) Fellow Internacional IBTS 2010 GUSTAVO LEPORACE (RJ) @biocineticabc Coordenador de Pesquisas do IBTS Coordenação LEONARDO METSAVAHT @leometsavaht Diretor Científico do IBTS (RJ) @brasilsaude_ibts @mor_docs @funcacaolemann @biocineticaabc @biocinetica_floripa @biocinetica_salvador #ortopedia #fisiatria #biomecanica #analisedomovimento #cirurgiadoquadril #quadril #fundacaolemann #fisioterapia

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#Repost @andreleta10 with @make_repost ・・・ A partir dos 30 anos perdemos em torno de 1 a 1,5% de força por ano, e este decréscimo fica entre 2 a 4,5 % quando passamos dos 75. ⁣ ⁣ Esta perda se dá tanto pelos 2 componentes da força, principalmente nas pernas.⁣ ⁣ Quando reduzimos 60% da força comprometemos a capacidade funcional de realizar atividades como caminhar sem cair, subir escadas e levantar de numa cadeira.⁣ ⁣ ​O treinamento da força desde jovem não impede, mas pode retardar e reduzir o processo de envelhecimento muscular e nos tornar “40 anos mais jovens”, foi o que apontou um estudo onde indivíduos de 85 anos que se mantiveram treinando, tinham o mesmo nível de força dos inativos com 40 anos.⁣ ⁣ ​Devemos desde cedo aumentar a nossa “reserva” de força muscular, pois quanto maior, mas distante ficamos do limiar de “incapacidade funcional” quando a força começar a decrescer.⁣ ⁣ Temos que treinar está valência a VIDA TODA.⁣ ⁣ ​Sou 100% a favor em treinar na função, treinamento funcional, mas nunca deixem de priorizar o treino da força, estas atividades se complementam e não são excludentes.⁣ ⁣ ​Para a sua aquisição, as diretrizes recomendam que você treine 2-3 x p/semana, 8 a 10 exercícios para os principais músculos. ⁣ ⁣ Para o desempenho sou fã do Agachamento e suas variações.⁣ Realize 2 a 3 séries para cada exercício, e para quem não gosta, ou tem pouco tempo, 1 série já é suficiente, apenas 15 minutos geram ótimos resultados.⁣ ⁣ A intensidade é uma variável chave, recomendo a faixa de 8-12 RM ou próximo dela. ⁣ ⁣ Para quem já é treinado e quer maximizar a força máxima realize de 1-6. Em condições específicas, como para quem está voltando de lesões e para os que não querem “pegar tão pesado” utilizo de 15-20, desde que próximas do máximo.⁣ ​Para o intervalo entre as séries, para a força máxima utilize intervalos entre 2-4 min, para a hipertrofia, pode ser menor, entre 1-2 min.⁣ ⁣ ​A velocidade abordarei no post de potência e a periodização em dois sobre este tema.⁣ ⁣ ​Que a força esteja sempre entre nós. Agora só depende de você. #andreleta #personaltrainer #personaltraining #fitnesstesting #3dgym #biocinetica #treinodeforça

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Leitura indispensável! O diretor técnico da @3dgym , @andreleta10 , aborda o Conceito de Força Funcional que empregamos no Conceito @3dgym . #Repost @andreleta10 with @make_repost ・・・ 🔉 Venho destacando o papel da Força Funcional na prevenção de lesões e melhora do desempenho. ⠀ ⠀ 🏋 A Força Funcional é a capacidade de transferirmos a força e suas principais expressões (Básica, Explosiva e Reativa), no desempenho das atividades diárias, laborais e desportivas. ⠀ 👴 Por exemplo, um idoso necessita da sua força básica para levantar de uma cadeira, da explosiva para acelerar o passo ao atravessar a rua, e da força reativa quando perde o equilíbrio e precisa dar dois passos consecutivos para não cair. ⠀ 🔗 Quanto mais estabilizadas estiverem as articulações, melhor será a transferência da força nestas tarefas. ⠀ 📍 Logo, a estabilidade dinâmica é um componente fundamental para a força funcional. ⠀ 🏃‍♀️ Na corrida, usamos a força excêntrica para desacelerar o nosso corpo, armazenando energia elástica que será utilizada na fase de propulsão, sendo esta a principal característica da força reativa. ⠀ A força reativa junto com a força concêntrica nos impulsiona para cima, vetor de força vertical, e para frente, vetor horizontal. ⠀ 🔹A relação do “melhor” comprimento fisiológico da fibra muscular durante a contração e o tipo de alavanca mecânica articular, também são indispensáveis para a otimização da força. ⠀ 🔸 Além disso, temos vetores de força lateral e rotacional, agindo como estabilizadores. O primeiro controlando a “queda” da perna oposta da fase de apoio, e o segundo, o avanço excessivo dela. ⠀ 🔻 Dessa forma, uma estabilização “inadequada”, além de potencializar o risco de lesões, reduz a aplicação do vetor de força vertical e horizontal, dissipando energia, comprometendo a economia do movimento e o desempenho. ⠀ ✔ O movimento acontece sempre em 3Dimensões e de forma integrada, onde cada articulação e músculo aplicam as expressões da força numa FUNÇÃO específica nas fases da corrida. ⠀ 🔜 O texto continua no primeiro comentário.

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